Governo cria grupo de trabalho para analisar novo aeroporto para “low cost”
O Governo vai criar um grupo de trabalho que vai estudar a viabilidade da existência de um aeroporto complementar em Lisboa onde será instalada a base da companhia de baixo custo easyJet tem cerca de três meses para apresentar conclusões. Segundo um despacho publicado hoje em Diário da República, “a equipa de missão deverá apresentar as suas conclusões e recomendações no prazo de 90 dias”. O estudo deverá analisar a “viabilidade da utilização das infraestruturas aeroportuárias existentes pelo tráfego aéreo civil, de forma complementar ao aeroporto de Lisboa”, tendo em conta o investimento mínimo necessário, a “determinação dos custos e proveitos da exploração aeroportuária e análise financeira do projeto” e a “análise do potencial de contribuição para o desenvolvimento do tecido empresarial, em especial no setor do turismo”.
O estudo deverá ainda incluir uma “avaliação do nível de atratividade para as companhias aéreas, por forma a maximizar a captação de rotas, companhias e passageiros” e verificar se existem fatores ambientais que inviabilizem a sua utilização pelo tráfego civil. A equipa será coordenada por um elemento designado pelo secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e os restantes membros serão nomeados pela ANA Aeroportos (um elemento), Força Aérea Portuguesa (dois), Instituto Nacional de Aviação Civil (um), NAV Portugal (um) e Laboratório Nacional de Engenharia Civil (um). Os elementos deverão ser designados dentro de cinco dias úteis, contados a partir de hoje.
Em Novembro, o Governo anunciou a criação de um grupo de trabalho para definir a localização da base da companhia aérea ‘low cost’ Easyjet. O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, afirmou, na altura, que as bases militares de Sintra, Alverca e Montijo eram opções em que o estudo se iria “intensificar”, ressalvando que não estava posta de parte a hipótese de serem avaliadas outras possibilidades. A existência de uma infraestrutura aeroportuária complementar ao aeroporto de Lisboa representa um regresso à chamada solução ‘Portela + 1′, estudada em 2007. Recentemente, a Ryanair já se mostrou disponível para também poder voar a partir do novo aeroporto. Há muito que a “low cost” reclama a vinda para Lisboa, o que não tem sido possível até ao momento.
Fonte: Jornal de Negócios.


Em Alverca, não pode ser. Ou têm a pedreira que a Cimpor quer explorar em Arcena a cerca de 3 km da pista de Alverca ou os voos low Cost. Já imaginaram os aviões a quererem levantar ou aterrar e explosões a serem feitas por baixo??!!
Pois eu estava no caminho que dá acesso ao aterro sanitário pelo lado de Arcena e 3 aviões preparavam-se para aterrar, iam muito baixos. Quando é assim para o aeroporto da portela, como seria se fosse em Alverca. A rota aérea civil passa na zona onde a Cimpor quer fazer a pedreira.
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